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  • Os medos da mudança e o jogo interno – como conquistar objetivos e gerar resultados?

    14 novembro 2018

    Como Coach recebo muitos clientes que dizem querer mudar, se tornar mais produtivos, mais eficientes, mais felizes mas não querem mudar seus pensamentos e hábitos.

    Eles passam pela famosa “síndrome de Gabriela: Eu nasci assim, cresci assim, vou ser sempre assim.”

    Sem dúvidas que eles QUEREM em seu desejo mais profundo mudar, alcançar aquela visão de futuro de si mesmo! Mas para isso precisam se permitir mudar e vencer o seu jogo (mental) interno.

    POR QUE ISSO ACONTECE?

    A falta de clareza sobre o que queremos fazer na vida, seja no âmbito pessoal (estudos, finanças, alimentação, etc.) ou no lado profissional (área de atuação, carreira, promoção, etc.) gera um sentimento de estar perdido, sem propósito, aperreado..

    A falta desse propósito, desse sentido de ser e viver, nos faz criar limites de conforto dentro de nossa realidade e daquilo que fazemos, onde os mantras “EU NUNCA VOU CONSEGUIR FAZER ISSO” ou “SEMPRE FIZ ASSIM” são falados bastante.

    Somados a falta de clareza, temos a ausência de incentivos por todos os lados, as incertezas do mundo e dois grandes medos que nos fazem paralisar quando pensamos em fazer alguma coisa e mudar.

    Eu tô falando é do medo do FRACASSO e da REJEIÇÃO.

    Lá no início da humanidade precisavamos de muita cautela para sobreviver e multiplicar a espécie, fazendo com que o nosso instinto de proteção falasse alto, se não a gente não estaria aqui! Esse medo carregado desde aquela época garantiu nossa sobrevivência mas moldou o homem com receios de sair da sua caverna em direção aos seus objetivos.

    Assim, esses dois medos foram se moldando a longo de milhares de anos, variando ao longo do tempo e na versão atual já vem com esses Apps instalados de fábrica no seu cérebro, você querendo eles ou não.

    O bom de saber isso é que você pode ressignificar seus medos para mudar e seguir em frente na vida!

    O medo do FRACASSO é aquele põe dúvida na nossa própria capacidade de realizar alguma coisa, de não conseguir, de falhar e frustrar as expectativas.

    Quando de fato se não acreditamos em nós mesmos, ninguém irá acreditar. Quando penso em fracasso, logo substituo esse pensamento por SUCESSO e RESULTADOS!

    É percebendo os gatilhos de pensamentos e hábitos associados a esse medo e mudando sua visão sobre ele é que você irá mudar!

    Já o tal medo da REJEIÇÃO provoca nosso instinto básico de pertencimento social, de não ser aceito pela família, amigos, colegas, clientes, etc. É esse medo que nos trava de ser quem nós somos pelo receio de não agradar alguém.

    Só que se não agradamos a nós mesmos, se não estivermos bem com a gente não poderemos estar bem com nosso entorno. Precisamos ter amor próprio para dar amor ao próximo.

    Quando penso em rejeição, logo substituo por EMPATIA, por me sentir ACEITO, por ser quem sou e aceitar o outro pelo que ele é, sem julgamentos.

    Legal, agora que entendo que tenho esses medos o que eu faço?

    O primeiro passo é querer mudar! É tomar a consciência de que algo precisa ser feito!

    Tenha clareza que somente o tempo e o seu comprometimento em AGIR para mudar irá te ajudar a melhorar sua produtividade e alcançar seus objetivos.

    Para minimizar os impactos da mudança é preciso uma abordagem gradual de envolvimento e participação, gerando assim compreensão sobre si mesmo e a situação.

    A partir desse momento é aceitar a nova realidade e seguir com foco em garantir o compromisso de manter os resultados gerados e a assim aumentar a produtividade pessoal.

    Essas são as principais fases de um processo de mudança de forma geral.

    TRATANDO AS RESISTÊNCIAS

    É natural que ao entrar num processo de mudança surjam resistências internas e externas. Em muitos casos essa aversão é um sinal da falta de CONHECIMENTO! Por isso a fase de compreensão é tão importante para mudarmos.

    Algumas boas práticas para ajudar nesse momento:

    - Entender por que e como mudamos reduz a confusão acerca do que “virá”, da justificativa e de como será conduzido o processo;

    - É importante tratar o passado com respeito, não insistir em afirmar que as coisas que foram feitas no passado são erradas e não as ataque (mesmo que sejam erradas);

    - Aceitar as reações das pessoas, e ajudar elas a entender o novo contexto.

    VENCENDO O JOGO INTERNO

    O Coach Tim Gallwey escreveu em 1972 o livro “O jogo interno do tênis”, que basicamente propõe que todos nós já possuímos boa parte das habilidades que desejamos ter.

    Em seu livro Tim fala sobre os grandes atletas que não pensam que vão acertar a bola de tênis, eles simplesmente acertam. “A mente deles está em silêncio nesse momento. Eles não pensam nos aspectos técnicos da coisa”.

    Ele batizou esse desafio de lidar com a mente de vencer o jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes.

    Faço essa provocação para você se abrir as mudanças! Principalmente para as mudanças boas, que vem dos nossos objetivos e que levam nossa vida para frente! Fazendo bem para gente e para os outros.

    Precisamos estar bem com nossa mente (jogo interno), superar os desafios da vida e não criar ainda mais obstáculos!

    É definir um objetivo que seja positivo para você em algum aspecto da sua vida e se mobilizar para alcançar ele!

    É tempo de mudança, mais do que nunca! E aí, pronto para encarar a próxima?

    Se precisar de ajuda, conte com nosso apoio! Nosso serviço de Coaching irá te ajudar a realizar as mudanças necessárias de forma profissional e gradual. Entre em contato com a gente em contato@emboe.net ou no formulário de contato.

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